Se a sua transportadora está no Lucro Real ou pensa em migrar para esse regime, é essencial entender como funcionam os créditos de PIS e COFINS para o transporte rodoviário de cargas. Esses tributos federais representam um peso significativo na folha de impostos, mas também oferecem a oportunidade de recuperar valores e reduzir o que a empresa paga.
A tributação de PIS e COFINS no transporte costuma ser mal aproveitada pela maioria das empresas. Muitas transportadoras deixam de creditar valores que poderiam abater dos seus impostos por pura falta de orientação especializada. O resultado? Pagam muito mais do que deveriam.
Neste artigo, vamos explicar como funciona a tributação do PIS e da COFINS para transportadoras, quais despesas geram créditos, quando o Lucro Real faz sentido e como a GR Contábil pode ajudar sua empresa a economizar.
Entenda o impacto do PIS e da COFINS nas transportadoras
O PIS (Programa de Integração Social) e a COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) são tributos federais cobrados sobre a receita bruta das empresas. O setor de transporte de cargas está sujeito a regras específicas que variam conforme o regime tributário adotado.
- No regime cumulativo, comum para empresas no Lucro Presumido, não há possibilidade de abater créditos. A alíquota é fixa (geralmente 3,65% somando PIS e COFINS).
- No regime não cumulativo, utilizado pelas transportadoras no Lucro Real, a alíquota é maior (9,25% somados), mas a empresa pode descontar créditos fiscais gerados por diversos insumos e despesas operacionais.
É aí que mora a chance de economia: se bem gerido, o regime não cumulativo do PIS e da COFINS permite que a transportadora abata uma parte considerável dos tributos. Mas é preciso ter controle rigoroso das despesas e classificar corretamente cada crédito.
Quais despesas geram créditos de PIS e COFINS para transportadoras
No Lucro Real, as transportadoras podem aproveitar créditos sobre uma série de custos diretamente ligados à atividade de transporte. Entre eles estão:
- Combustíveis e lubrificantes usados na frota
- Peças, pneus e serviços de manutenção dos caminhões
- Pedágios e fretes pagos a terceiros
- Serviços de rastreamento, seguros e armazenagem
- Energia elétrica e aluguel (quando relacionados à operação)
Esses são apenas alguns exemplos. Cada empresa possui uma estrutura de custos distinta e, por isso, é fundamental contar com uma contabilidade que entenda profundamente as regras para créditos PIS e COFINS no transporte rodoviário.
Além disso, sem a documentação correta (notas fiscais emitidas no CNPJ da transportadora, com CFOP e CST adequados), a Receita Federal pode desconsiderar o crédito, gerando autuações.
Sua transportadora está aproveitando todos os créditos possíveis? Uma análise detalhada pode revelar economias significativas mês a mês.
Quando vale a pena optar pelo Lucro Real no transporte?

O Lucro Presumido continua sendo o regime mais escolhido por transportadoras menores, por causa da simplificação das obrigações fiscais. No entanto, esse regime não permite créditos de PIS e COFINS, e muitas empresas acabam pagando impostos calculados sobre uma margem presumida que não condiz com sua realidade.
Já o Lucro Real costuma ser vantajoso para transportadoras que:
- Têm despesas operacionais altas, como manutenção intensa da frota, consumo elevado de diesel ou grandes pagamentos de frete a terceiros.
- Apresentam margens líquidas apertadas, em que o Lucro Presumido geraria mais impostos do que o efetivamente devido.
Mas atenção: o Lucro Real exige apuração mensal rigorosa, e a falta de assessoria especializada pode transformar uma economia em um problema.
Quer saber se vale a pena migrar sua transportadora para o Lucro Real? Fale com um especialista da GR Contábil e descubra.
Como a GR Contábil ajuda sua transportadora a economizar com PIS e COFINS
A GR Contábil é especialista em contabilidade para transporte rodoviário de cargas, com profundo conhecimento sobre regimes fiscais, tributos federais e estaduais que impactam diretamente a sua operação.
Nossos serviços incluem:
- Revisão tributária e cálculo de créditos de PIS e COFINS, apontando oportunidades para reduzir o valor pago mês a mês.
- Planejamento tributário contínuo, avaliando se sua transportadora está no regime mais vantajoso.
- Assessoria completa para migração do Lucro Presumido para o Lucro Real, caso seja o melhor para o seu negócio.
- Ferramentas próprias para acompanhar gastos e créditos fiscais, sempre com total respaldo legal.
Muitas transportadoras já conseguiram economizar dezenas de milhares de reais por ano apenas com o correto aproveitamento dos créditos fiscais.
Conclusão
O PIS e a COFINS podem ser grandes vilões do caixa de uma transportadora — ou uma excelente oportunidade para pagar menos impostos e aumentar sua competitividade. Tudo depende de ter o enquadramento certo, o controle adequado e uma contabilidade que domine as regras do transporte.
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